terça-feira, 28 de setembro de 2010
MERCADANTE VISITA RIO CLARO, E UJS MARCA PRESENÇA!
O CANDIDATO AO GOVERNO DO ESTADO, VISITOU NESTA ULTIMA QUINTA-FEIRA, A NOSSA CIDADE AZUL. MAIS DE 300 MILITANTES DOS PARTIDOS DA BASE ALIADA DO PT COMPARECERAM AO EVENTO, E É CLARO, QUE A UNIÃO DA JUVENTUDE SOCIALISTA, NÃO PODERIA ESTAR DE FORA, MARCANDO PRESENÇA COM UMA FOTO TIRADA COM O FUTURO GOVERNADOR, E UM DISCURSO DA PRESIDENTE, CAROL GOMES, SOBRE A IMPORTANCIA DE ELEGERMOS A ESQUERDA NO ESTADO DE SÃO PAULO, E ACABARMOS COM A DITADURA DE 16 ANOS DO PSDB.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
ARTIGO DE CAROL GOMES É PUBLICADO NO JORNAL CIDADE
A Presidente da UJS, Carol Gomes, escreveu um artigo sobre Juventude e Participação Política, com o intuito de conscientizar a Juventude da Importancia na contribuição da construção da sociedade. O Mesmo foi Publicado no Jornal Cidade de Rio Claro, recebendo comentários dos leitores!
Juventude e participação política
Carol Gomes
Quando analisamos pelo contexto histórico, refletimos sobre o passado de "lutas" travadas na conquista de direitos e liberdades, logo nos remete à lembrança, os jovens estudantes secundaristas e universitários que saíram às ruas exigindo democracia, liberdade de expressão e soberania popular, como eleições diretas. Não obstante, ao comparar a juventude de ontem com a de hoje, nos deparamos com uma classe alienada e apática as causas sociais, bem como, a política. Mas transferir a culpa dessa relutância no envolvimento do jovem à somente eles, é um procedimento equivocado.
A falta de incentivo a essa geração na participação da vida pública é muito grande. Começando nas escolas, onde o adolescente está amadurecendo a sua personalidade e obtendo opiniões formadas sobre assuntos, e política, não é pauta das discussões em salas de aula, raras são as escolas que incentivam seus estudantes a se envolverem em grupos políticos, como: Grêmios Estudantis; D.C.E"S; Hip-Hop; Cultura, entidades de juventude em geral. O objetivo é: formar indivíduos preparados para o vestibular e mercado de trabalho, e não, cidadãos conscientes de seus deveres cívicos. Há uma citação que diz: "O homem, costuma negar tudo aquilo que não compreende", ou seja, não são os jovens que não gostam de política, desconhecem a verdadeira forma de fazê-la, atribuindo sua prática à apenas o que as mídias costumam mostrar.
A juventude precisa tomar decisões tão importantes, como: A Profissão que irá seguir, qual faculdade irá fazer, o tão sonhado primeiro emprego, porém, na principal decisão que tomará as rédeas do seu destino, de sua familia e amigos : O voto, eles preferem se omitir, no entanto, quando questionados sobre o que mudariam em sua sociedade, a resposta é sempre a mesma: A política.
Para mudar, devemos atiçar a nossa crítica, mas principalmente, a nossa autocrítica. Qual Papel estamos desempenhando na contribuição às transformações sociais? É participando de entidades de juventude, estudantis, cultural, social, esportiva, a qual o jovem e sua "tribo" mais se identificarem, e que tenham, um cunho social, onde desenvolverão Políticas Públicas, aprendendo que, projetos não são somente construídos com a política partidária, podendo assim, transformar a realidade de uma comunidade. É essa geração que deve iniciar a mudança, dando cara a uma outra política, a política que verdadeiramente queremos, pois a juventude é o presente, e o futuro do país, a ela pertence.
(A autora é presidente da Umes Rio Claro - Gestão 2009, diretora da UEE-SP, atual presidente da UJS e estudante de Direito)
COMENTÁRIOS
"Eu achei o artigo Juventude e Participação Politica, de Carol Gomes, muito bom.
Acho que mais jovens deveriam lê-lo e, assim, se importarem mais com o que fazem-MARIA CECILIA MAGENTA "
O TEXO TAMBÉM VIROU TEMA DE UMA PROVA DOS ESTUDANTES DO 1º ANO DO ENSINO MÉDIO, DO COLÉGIO CAROLINA AUGUSTA SERAPHIN.
Juventude e participação política
Carol Gomes
Quando analisamos pelo contexto histórico, refletimos sobre o passado de "lutas" travadas na conquista de direitos e liberdades, logo nos remete à lembrança, os jovens estudantes secundaristas e universitários que saíram às ruas exigindo democracia, liberdade de expressão e soberania popular, como eleições diretas. Não obstante, ao comparar a juventude de ontem com a de hoje, nos deparamos com uma classe alienada e apática as causas sociais, bem como, a política. Mas transferir a culpa dessa relutância no envolvimento do jovem à somente eles, é um procedimento equivocado.
A falta de incentivo a essa geração na participação da vida pública é muito grande. Começando nas escolas, onde o adolescente está amadurecendo a sua personalidade e obtendo opiniões formadas sobre assuntos, e política, não é pauta das discussões em salas de aula, raras são as escolas que incentivam seus estudantes a se envolverem em grupos políticos, como: Grêmios Estudantis; D.C.E"S; Hip-Hop; Cultura, entidades de juventude em geral. O objetivo é: formar indivíduos preparados para o vestibular e mercado de trabalho, e não, cidadãos conscientes de seus deveres cívicos. Há uma citação que diz: "O homem, costuma negar tudo aquilo que não compreende", ou seja, não são os jovens que não gostam de política, desconhecem a verdadeira forma de fazê-la, atribuindo sua prática à apenas o que as mídias costumam mostrar.
A juventude precisa tomar decisões tão importantes, como: A Profissão que irá seguir, qual faculdade irá fazer, o tão sonhado primeiro emprego, porém, na principal decisão que tomará as rédeas do seu destino, de sua familia e amigos : O voto, eles preferem se omitir, no entanto, quando questionados sobre o que mudariam em sua sociedade, a resposta é sempre a mesma: A política.
Para mudar, devemos atiçar a nossa crítica, mas principalmente, a nossa autocrítica. Qual Papel estamos desempenhando na contribuição às transformações sociais? É participando de entidades de juventude, estudantis, cultural, social, esportiva, a qual o jovem e sua "tribo" mais se identificarem, e que tenham, um cunho social, onde desenvolverão Políticas Públicas, aprendendo que, projetos não são somente construídos com a política partidária, podendo assim, transformar a realidade de uma comunidade. É essa geração que deve iniciar a mudança, dando cara a uma outra política, a política que verdadeiramente queremos, pois a juventude é o presente, e o futuro do país, a ela pertence.
(A autora é presidente da Umes Rio Claro - Gestão 2009, diretora da UEE-SP, atual presidente da UJS e estudante de Direito)
COMENTÁRIOS
"Eu achei o artigo Juventude e Participação Politica, de Carol Gomes, muito bom.
Acho que mais jovens deveriam lê-lo e, assim, se importarem mais com o que fazem-MARIA CECILIA MAGENTA "
O TEXO TAMBÉM VIROU TEMA DE UMA PROVA DOS ESTUDANTES DO 1º ANO DO ENSINO MÉDIO, DO COLÉGIO CAROLINA AUGUSTA SERAPHIN.
domingo, 15 de agosto de 2010
FESTIVAL DE ROCK II
A UNIÃO DA JUVENTUDE SOCIALISTA DE RIO CLARO, LANÇA A 2ª EDIÇÃO DO FESTIVAL DE ROCK DE RIO CLARO.
SERÁ NO DIA 4 DE SETEMBRO- SÁBADO, A PARTIR DAS 12H00, NA SEDE DA ESCOLA DE SAMBA : A CASABA, SITUADA NA RUA 13, COM A AVENIDA 23 ( EM FRENTE AO TIRO DE GUERRA).
12 BANDAS IRÃO SE APRESENTAR, DENTRE ELAS, ESTÁ UMA DE SÃO CARLOS, CATANDUVA, PIRACICABA E SÃO PAULO.
A ADESÃO AO FESTIVAL É DE 1KG DE ALIMENTO NÃO PERECÍVEL, QUE SERÁ DESTINADO POSTERIORMENTE A UMA INSTITUIÇÃO BENEFICENTE.
CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS!
domingo, 1 de agosto de 2010
UJS E ESCOLA DE SAMBA "A CASAMBA" FIRMAM PARCERIA.
Neste último domingo, 1º de agosto de 2010, a UJS e a escola de Samba " A CASAMBA" firmaram compromisso de parceria social. O presidente da A casamba- Edson, juntamente com a diretoria da comunidade se reuniram com os jovens socialistas para discutirem projetos sociais-culturais para a juventude de Rio Claro. O Primeiro deles, será o II FESTIVAL DE ROCK DE RIO CLARO, em comemoração ao dia do estudante e da Juventude, que será realizado na sede da escola de samba, no dia 4/9, a partir das 12h00. Doze bandas, entre elas uma da capital, outra de São Carlos e outra de Catanduva, darão um expetáculo musical para a sociedade Rio-Clarense. A adesão ao show, é de 1kg de alimento não perecível, que posteriormente, será destiando à uma instituição beneficente. Contamos com a presença de todos!
UJS E CASAMBA-Unidas a favor da Juventude!
terça-feira, 27 de julho de 2010
1993 - Dia do Massacre da Candelária
A chacina da Candelária, como ficou registrada pela mídia, ocorreu na madrugada do dia 23 de julho de 1993 próximo às dependências da Igreja de mesmo nome localizada no centro da cidade do Rio de Janeiro. Nesta chacina, seis menores e dois maiores sem-tetos foram assassinados por policiais militares.
Origem da chacina
Muito se especulou sobre os reais motivos da chacina, mas até hoje não se sabe por certo o que levou à realização da mesma. Duas das hipóteses mais aceitas afirmam que a chacina foi realizada por vingança. Uma dessas teses afirma que o motivo de vingança dos policiais seria o fato de que na manhã do dia 22 de julho de 1993 um grupo de menores de rua estaria atirando pedras em viaturas da polícia militar. A outra hipótese diz que o motivo da vingança seria o fato de uma das crianças ter assaltado a mãe de um policial. A hipótese mais aceita afirma que os policiais fariam parte de um grupo de extermínio e que foram contratados para realizar a "limpeza" do centro histórico do Rio de Janeiro.
A chacina
Exterior da Igreja da Candelária, local da chacina.Na madrugada do dia 23 de julho de 1993, aproximadamente à meia-noite, vários carros pararam em frente à Igreja da Candelária. Logo após, os policiais abriram fogo contra mais de setenta crianças e adolescentes que estavam dormindo nas proximidades da Igreja. Como resultado da chacina, seis menores e dois maiores morreram e várias crianças e adolescentes ficaram feridos. Um dos sobreviventes da chacina, Sandro Barbosa do Nascimento, mais tarde voltou aos noticiários quando se tornou o responsável pelo sequestro do ônibus 174.
Lista de mortos
Os nomes dos oito mortos no episódio encontram-se inscritos em uma cruz de madeira, erguida no jardim de frente da Igreja:
Paulo Roberto de Oliveira, 11 anos
Anderson de Oliveira Pereira, 13 anos
Marcelo Cândido de Jesus, 14 anos
Valdevino Miguel de Almeida, 14 anos
"Gambazinho", 17 anos
Leandro Santos da Conceição, 17 anos
Paulo José da Silva, 18 anos
Marcos Antônio Alves da Silva, 19 anos
Investigação e condenados
A investigação pelos culpados, levou até Wagner dos Santos um dos adolescentes feridos na chacina. Santos sofreria um segundo atentado em 12 de setembro de 1994 na Estação Central do Brasil, o que lhe colocou no Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas. Seu testemunho foi fundamental no reconhecimento dos envolvidos. Inicialmente foram indiciadas quatro pessoas pela chacina: o ex-Policial Militar Marcus Vinícios Emmanuel, os Policiais Militares Cláudio dos Santos e Marcelo Cortes e o serralheiro Jurandir Gomes França. Os condenados foram:
Marcus Vinícios Emmanuel, ex-Policial Militar – foi condenado a 309 anos de prisão em primeira instância. Recorreu a sentença e, num segundo julgamento, foi condenado a 89 anos. Insatisfeito com o resultado, o Ministério Público pediu um novo julgamento e, em fevereiro de 2003, Emmanuel foi condenado a 300 anos de prisão.
Nélson Oliveira dos Santos – foi condenado a 243 anos de prisão pelas mortes da chacina e a 18 anos por tentativa de assassinato de Santos. Recorreu a sentença, sendo absolvido pelas mortes em um segundo julgamento, mesmo após ter confessado o crime. O Ministério Público recorreu e, no ano de 2000, Nélson foi condenando a 27 anos de prisão pelas mortes e foi mantida a condenação por tentativa de assassinato, somando uma pena de 45 anos.
Marco Aurélio Alcântara Dias – foi condenado a 204 anos de prisão, além de matar as crianças estuprou um adolescente.
Não-condenados
Envolvidos na chacina que não foram condenados:
Arlindo Lisboa Afonso Júnior – condenado a dois anos por ter em seu poder uma das armas usadas no crime.
Carlos Jorge Liaffa – não foi indiciado, mesmo tendo sido reconhecido por um sobrevivente e a perícia ter comprovado que uma das cápsulas que atingiu uma das vítimas foi disparada pela arma de seu padrasto.
sábado, 24 de julho de 2010
PL do Senado propõe maior participação de estudantes e pais nas escolas
Projeto de Lei do senador Paulo Paim (PT) pretende alterar a LDB da Educação Nacional para reforçar a cultura de paz nas escolas por meio da gestão democrática.
Sob o número 7157/2010, a alteração do PL institui a administração participativa para pais e estudantes, que poderão e deverão fazer parte da elaboração dos projetos pedagógicos e da criação de vínculos comunitários entre escolas e a comunidade do entorno. Segundo o texto, a ideia é estabelecer uma relação da população com o ensino que seja baseada no “respeito à liberdade, apreço à tolerância e superação de todas as formas de violência”.
A proposta prevê ainda que um terço da carga horária dos professores seja reservado a estudos e integração com a comunidade escolar local, além da presença de um profissional responsável pela segurança e das relações pacíficas nos espaços educativos. Outra alteração é a presença de reuniões de conselho no calendário letivo para debater questões ligadas não só à Educação, mas também à Saude, Segurança, Cultura, Esportes e Ação Social da comunidade.
O PL foi encaminhado às Comissões de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, Constituição e Justiça e de Cidadania para ser analisado e terá como relator o deputado Lira Maia (DEM-PA).
Com informações da Agência Câmara.
Sob o número 7157/2010, a alteração do PL institui a administração participativa para pais e estudantes, que poderão e deverão fazer parte da elaboração dos projetos pedagógicos e da criação de vínculos comunitários entre escolas e a comunidade do entorno. Segundo o texto, a ideia é estabelecer uma relação da população com o ensino que seja baseada no “respeito à liberdade, apreço à tolerância e superação de todas as formas de violência”.
A proposta prevê ainda que um terço da carga horária dos professores seja reservado a estudos e integração com a comunidade escolar local, além da presença de um profissional responsável pela segurança e das relações pacíficas nos espaços educativos. Outra alteração é a presença de reuniões de conselho no calendário letivo para debater questões ligadas não só à Educação, mas também à Saude, Segurança, Cultura, Esportes e Ação Social da comunidade.
O PL foi encaminhado às Comissões de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, Constituição e Justiça e de Cidadania para ser analisado e terá como relator o deputado Lira Maia (DEM-PA).
Com informações da Agência Câmara.
domingo, 18 de julho de 2010
Venda do Anglo para a Abril escancara viés mercadológico na Educação
A famosa rede de ensino particular Anglo, que abrange cursos de educação básica e pré-vestibular, foi adquirida na última segunda-feira pelo Grupo Abril. Único sistema de ensino que ainda era controlado pelos descendentes dos fundadores, a venda do Anglo traz à tona uma problemática muito mais profunda que a simples troca administrativa. Trata-se, primordialmente, do escancaramento do viés mercadológico na Educação que a empresa dos Civita sempre defendeu em suas publicações e que agora pode ser colocada em prática.
Ainda que os atuais administradores tenham permanecido no comando das operações, a Abril será detentora de fato das unidades físicas da rede e das parcerias junto a inúmeras escolas atendidas pela metodologia e pelas apostilas do Anglo em todo o Brasil. Dessa maneira, o grupo passa a concentrar um forte conglomerado no ramo da educação privada, já que irá agregar a nova aquisição à rede SER e às editoras de livros pedagógicos Ática e Scipione.
Apesar de divulgar em nota oficial que "a transação reforça o compromisso da empresa com a melhoria da qualidade de ensino e seu comprometimento na área de educação", a Abril está de olho nos lucros e no grau de influência político-social oriundos da transação. São estimados R$500 milhões de faturamento para 2010 com a criação desse conglomerado, isso sem contar os mais de 200 mil alunos que terão sua formação baseada em materiais desenvolvidos pelo mesmo grupo que publica a revista Veja. Ainda segundo os Civita, a intenção é de alcançar a “liderança no mercado”.
Nota-se, pelos termos empregados no processo de compra, que os projetos pedagógicos e o tratamento da Educação como instrumento de inclusão social ficaram em segundo plano nesse e em diversos outros empreendimentos semelhantes do ensino particular no país. Reforçam essa percepção os resultados de um estudo da Consultoria Hoper, que prevê movimentação de R$2,5 bilhões para os próximos dois anos em aquisições e fusões. Números atraentes para investidores de todo o mundo, incentivadores da fórmula de obtenção de ganhos em larga escala e que marginalizam as fortes demandas dos estudantes por políticas públicas no setor.
Com informações de O Estado de S.Paulo.
Ainda que os atuais administradores tenham permanecido no comando das operações, a Abril será detentora de fato das unidades físicas da rede e das parcerias junto a inúmeras escolas atendidas pela metodologia e pelas apostilas do Anglo em todo o Brasil. Dessa maneira, o grupo passa a concentrar um forte conglomerado no ramo da educação privada, já que irá agregar a nova aquisição à rede SER e às editoras de livros pedagógicos Ática e Scipione.
Apesar de divulgar em nota oficial que "a transação reforça o compromisso da empresa com a melhoria da qualidade de ensino e seu comprometimento na área de educação", a Abril está de olho nos lucros e no grau de influência político-social oriundos da transação. São estimados R$500 milhões de faturamento para 2010 com a criação desse conglomerado, isso sem contar os mais de 200 mil alunos que terão sua formação baseada em materiais desenvolvidos pelo mesmo grupo que publica a revista Veja. Ainda segundo os Civita, a intenção é de alcançar a “liderança no mercado”.
Nota-se, pelos termos empregados no processo de compra, que os projetos pedagógicos e o tratamento da Educação como instrumento de inclusão social ficaram em segundo plano nesse e em diversos outros empreendimentos semelhantes do ensino particular no país. Reforçam essa percepção os resultados de um estudo da Consultoria Hoper, que prevê movimentação de R$2,5 bilhões para os próximos dois anos em aquisições e fusões. Números atraentes para investidores de todo o mundo, incentivadores da fórmula de obtenção de ganhos em larga escala e que marginalizam as fortes demandas dos estudantes por políticas públicas no setor.
Com informações de O Estado de S.Paulo.
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